Para comprar curtidas no Instagram aqui você escolhe publicação por publicação — um post do feed, um carrossel, um Reels — e paga no PIX, só com o @ e sem senha.
Nada de espalhar no perfil inteiro. Você decide quais publicações recebem e quanto cada uma leva.
As curtidas sobem aos poucos, no ritmo que a plataforma espera — nada de salto de uma vez.
Ambiente 100% seguro com proteção de dados e diversas opções de pagamento.
A maioria dos sites pede o link da publicação, um de cada vez. Aqui o caminho é outro: você informa o @ do perfil, nós carregamos as publicações públicas dele e você marca quais recebem — tudo na mesma tela, no mesmo pedido. Quem já precisou comprar para três posts sabe a diferença que isso faz.
Duas situações fazem uma publicação não aparecer na lista: o perfil está privado — e aí nenhuma aparece — ou a publicação foi arquivada. Deixe o perfil público, recarregue a tela e ela volta. Em carrossel, a curtida é da publicação inteira, não de uma foto dela: não existe curtir só a terceira imagem.
O preço é por curtida: R$ 13,00 a cada mil. Você distribui como quiser entre as publicações escolhidas, e paga exatamente pelo que somar.
| Curtidas | Você paga | Dá para dividir entre |
|---|---|---|
| 800 | R$ 10,40 | 8 publicações, no limite |
| 1.000 | R$ 13,00 | 10 publicações, no limite |
| 2.500 | R$ 32,50 | 25 publicações, no limite |
| 5.000 | R$ 65,00 | 50 publicações, no limite |
| 20.000 | R$ 260,00 | 200 publicações, no limite |
Há duas regras de quantidade convivendo, e confundir as duas é o motivo mais comum de um pedido não fechar: cada publicação aceita no mínimo 100 curtidas, e o pedido inteiro precisa chegar a R$ 10,00 — o que na prática começa por volta de 800 curtidas. Por isso anunciamos por quantidade: o menor número que aparece na tela de escolha não é o menor pedido possível.
A mesma tela vende visualizações para Reels, a R$ 1,10 o mil, e elas entram no mesmo pedido.
Como o pedido aceita várias publicações de uma vez, a pergunta deixa de ser técnica e vira de estratégia. As duas respostas fazem sentido, em situações diferentes.
Concentrar num só vale quando existe uma publicação que precisa performar: o anúncio do lançamento, o post que você vai mandar para uma marca, o Reels que começou a girar e parou. Concentrar é o que produz efeito visível, porque o número sobe o suficiente para mudar a leitura de quem chega.
Dividir vale quando o objetivo é o perfil, e não uma publicação: um perfil em que as últimas nove fotos têm quatro curtidas cada passa uma impressão difícil de reverter, por melhor que seja a décima. Nesse caso, espalhar um pouco pelas publicações recentes conserta a vitrine — o feed inteiro, não um item dele.
O que não recomendamos é dividir demais. Abaixo do mínimo por publicação o sistema nem aceita, e perto do mínimo o acréscimo é pequeno demais para mudar qualquer coisa.
Nas primeiras horas do post é quando o Instagram está testando com quem já segue você, e é a janela que a maioria procura. Sendo honesto sobre o que sabemos: nós entregamos as curtidas, não controlamos o alcance. O que dá para afirmar é o efeito social — publicação recém-publicada com curtidas não chega zerada para quem abre, e ninguém gosta de ser o primeiro a curtir.
Em publicação antiga funciona igual, e existe um uso que quase ninguém lembra: o post fixado no topo do perfil e os que aparecem na primeira tela são a vitrine permanente. Quem chega pelo seu nome vê aquilo antes de qualquer coisa. Reforçar esses três costuma render mais do que reforçar o que você publicou ontem.
Os dois formatos têm réguas diferentes, e misturar as duas é o que faz um número parecer estranho.
No feed, quem vê é majoritariamente quem já segue você, e a proporção de curtidas em relação a seguidores é alta — é comum uma foto receber curtida de uma fatia relevante da base.
Nos Reels, o vídeo é entregue para muita gente que não segue, então a proporção despenca: milhares de visualizações com dezenas de curtidas é o normal, não um problema. Por isso um Reels com muita curtida e pouca visualização chama atenção pelo motivo errado — é o único caso em que comprar visualização junto não é upsell, é coerência.
A referência mais confiável não é uma tabela de mercado: são as suas próprias publicações. Abra as últimas dez, veja quantas curtidas costumam receber e mire um número na mesma faixa, ou um pouco acima. Um salto de dez vezes acima da média do perfil é o que destoa.
Para quem está começando e não tem média própria, a regra prática é olhar o número de seguidores: uma publicação costuma receber curtidas de uma fração da base, não da base inteira. Publicação com mais curtidas do que seguidores é o sinal mais fácil de identificar de fora.
E vale lembrar: a curtida é pública. Qualquer pessoa pode tocar no número e ver a lista de quem curtiu. Isso não é defeito do serviço, é como o Instagram funciona — e é justamente por isso que a proporção importa mais do que a quantidade.
DO NOSSO BLOG
Guias honestos sobre alcance, engajamento, Reels e Explorar.
Não é mensalidade nem pacote fechado: o valor sai de uma conta simples de preço por unidade. Como montar um orçamento que faz sentido.
Reels tem uma ordem própria de sinais: primeiro alguém assiste, depois decide curtir. Comprar view é mexer no começo dessa fila.
Pacote fechado espalha o investimento por publicações que já morreram. Escolher post a post concentra o esforço onde ainda existe chance de alcance.
DÚVIDAS FREQUENTES